O custo invisível de “fazer tudo” na sua empresa.

Homem estressado trabalhando à noite em um escritório bagunçado, cercado por papéis com notas adesivas que dizem "Pagar", "Receber" e "Impostos". Ao fundo, há um relógio de parede e um gráfico financeiro em crescimento.

Se você perguntar a um empresário qual é o seu recurso mais escasso, a resposta raramente será “dinheiro”. Quase sempre, a resposta é tempo.

No início de qualquer jornada empreendedora, o “eu-preendedorismo” é uma medalha de honra. Você vende, entrega, atende o cliente e, nas horas vagas (geralmente à noite), concilia o extrato bancário. O problema é quando essa fase de sobrevivência se torna o “novo normal”.

O que muitos não percebem é que existe um custo invisível em manter o financeiro sob sua gestão direta ou nas mãos de alguém que não é especialista:

1) O Custo da Distração:

Cada hora que você passa tentando entender uma divergência no fluxo de caixa é uma hora a menos pensando em novos produtos ou fechando novos contratos.

2) O Custo do Erro:

Uma multa por atraso ou um imposto calculado erroneamente custa mais do que o investimento em uma consultoria especializada.

3) O Custo da Incerteza:

Decidir sem dados precisos não é empreender, é apostar.

Delegar o financeiro (BPO) não é “se livrar de uma tarefa chata”.

É adquirir inteligência de dados para que sua próxima decisão seja baseada em fatos, não em intuição. Afinal, sua empresa precisa de um CEO focado no futuro, não de um assistente financeiro de luxo.

Se você sente que o operacional está vencendo a sua estratégia, talvez não falte esforço, mas sim braço especializado.

Por Alan Belart
CEO da LUCRAMAIS